segunda-feira, 1 de maio de 2017

DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR

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Foto/Divulgação


O Dia Internacional do Trabalhador, celebrado neste primeiro de maio, é uma data que serve para lembrar as conquistas e reforçar a luta pelos direitos trabalhistas. No Brasil, a data não poderia ser mais pontual e emblemática. O país, que atravessa uma das suas maiores crises políticas e econômicas da história, vivencia uma ampla reforma na legislação trabalhista que afetará a grande maioria dos trabalhadores. 

É fato que a legislação trabalhista, criada há mais de meio século, necessita de ajustes. Mas, também é fácil entender a rejeição que a proposta vem tendo por grande parte dos trabalhadores brasileiros, já que está sendo apresentada por uma classe política que está totalmente desacreditada. 
Sem realizar um debate com a população, e poucos meses após um processo traumático de destituição de uma presidente da República, as mudanças tem o potencial de desequilibrar a relação empregado e empregador, atingindo diretamente a parcela mais humilde da população.

A proposta de reforma, que foi aprovada na Câmara dos Deputados nesta semana, ainda precisa ser analisada e votada pelo Senado antes de ser sancionada pelo presidente Michel Temer (PMDB), autor do projeto. Cercada de muitas dúvidas, e em meio a debates acalorados entre defensores e opositores da proposta, a reforma parece ser inevitável e coloca em xeque diversos pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que é o guia trabalhista no Brasil. 
Por outro lado, os apoiadores da proposta garantem que a reforma dará um novo fôlego para a economia, diminuindo o desemprego, que hoje atinge 13 milhões de brasileiros. Mas afinal, a reforma trabalhista é boa ou ruim para os trabalhadores? 

Confira mais clicando aqui.

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