sexta-feira, 25 de julho de 2014

“Um mandato dinâmico. É só olhar o nosso site e ver a nossa agenda extensa”

Eduardo e Kaká:
Créditos: Divulgação
SERGIPE, Canindé -  Eduardo diz que deixa o Senado com a consciência tranquila e aposta em Kaká.







Por Joedson Telles
 Universo Político


O candidato ao Governo do Estado, Eduardo Amorim (PSC), que se afastou nesta sexta-feira 25 do seu mandato de Senador da República, assumindo o suplente Kaká Andrade, afirmou que estará focado exclusivamente na campanha. Eduardo disse que já vinha percorrendo o estado, mas dentro de um limite para não comprometer o mandato. Com o afastamento, espera intensificar os trabalhos. Eduardo Amorim observou que mais uma vez o forte do agrupamento é a palavra dada.

“Acho ético, correto que durante a campanha a pessoa se afaste e dê uma oportunidade ao suplente para trabalhar também. E o senador Kaká é uma pessoa de extrema confiança e muito competente. Prometemos isso lá atrás e, mais uma vez, a palavra dada é o símbolo deste grupo que leva confiança, que garante a união e as conquistas. Aquilo que é dito se cumpre. Isso não só entre nós do grupo, mas, sobretudo, com o povo. O que é dito é cumprido”, garantiu o senador.

Eduardo Amorim salientou que deixa o Senado com a certeza de que prestou bons serviços a Sergipe e ao Brasil. “Tínhamos coisas para mostrar praticamente todos os dias. Um mandato dinâmico. É só olhar o nosso site e ver a nossa agenda extensa. Saiu com a consciência muito tranquila. Muito trabalho, propostas, presidir uma comissão dois anos, depois presidir outra também importante, que é a do Meio Ambiente e Fiscalização e Controle dos Atos Públicos. Fui relator da receita”, citou.

Eduardo lembrou ainda que focou o mandato também para conseguir recursos para todos os municípios de Sergipe. “Uns mais e outros menos, mas todos contemplados. Este mais não depende só da gente. Depende da elaboração de projetos, das certidões, mas mandamos recursos para todos. Mas queremos fazer muito mais por Sergipe. Agora este querer depende do instrumento que tenhamos nas mãos. Como senador foi possível fazer isso, e podemos fazer muito mais em outros espaços”, diz.

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