sábado, 26 de julho de 2014

MENDONÇA: "VAMOS IMPEDIR QUE CRIMINOSOS TOMEM CONTA DE SERGIPE"

Créditos: Divulgação
SERGIPE, CanindéDeputado federal Mendonça Prado (DEM) voltou a fazer críticas contra o agrupamento da oposição, liderado por Edivan e Eduardo Amorim (PSC); "Não podemos permitir que transformem Sergipe em um verdadeiro laranjal. É preciso ter consciência de que o nosso Estado é maravilhoso, o povo sergipano é honesto, trabalhador e, por essa razão, merece que a classe dirigente prepare o futuro com responsabilidade"; disse; ele ressaltou que está decidido "a prosseguir empunhando a bandeira de defesa dos interesses do povo sergipano contra os ataques dos aproveitadores de plantão".


Se desde o dia 30 de junho, quando ocorreram as convenções, o deputado federal Mendonça Prado (DEM) havia dado uma pausa em suas declarações polêmicas direcionadas ao agrupamento da oposição, liderado por Edivan e Eduardo Amorim (PSC), ele retomou ontem, através das redes sociais suas críticas, mesmo sem citar nomes.

"Não podemos permitir que transformem Sergipe em um verdadeiro laranjal. É preciso ter consciência de que o nosso Estado é maravilhoso, o povo sergipano é honesto, trabalhador e, por essa razão, merece que a classe dirigente prepare o futuro com responsabilidade. Portanto, vamos impedir que os criminosos tomem conta da nossa terra", afirmou o parlamentar, que é candidato à reeleição.

Como oficialmente, Mendonça integra a coligação que tem como candidato a governador o senador do PSC, ele postou, em sua página no Facebook, uma foto em que aparece segurando um banquinho, com a seguinte legenda: "Não tenho problema para fazer uma campanha eleitoral. Se não houver possibilidade de subir em palanque, eu usarei um tamborete, mas não trairei as minhas convicções e nem a minha consciência".

O deputado disse ainda que está decidido "a prosseguir empunhando a bandeira de defesa dos interesses do povo sergipano contra os ataques dos aproveitadores de plantão". "A minha luta é em prol de uma política séria, mantendo uma postura coerente. Não compactuo com atos de oportunismo praticados pelos aproveitadores de plantão. Entendo que se faz necessária uma participação maior daquele que querem bem ao Estado e não daqueles que só querem se dar bem com o Estado", completou.

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