sexta-feira, 16 de maio de 2014

Jantar com a presidenta

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CANINDÉ, Sergipe“Como a senhora se sente quando encontra o Marin, que fez o elogio do delegado Fleury, que torturou seu ex-marido, o pai de sua filha, o avô de seu neto”, perguntei à presidenta Dilma Rousseff.

por Juca Kfouri, da redação

“Por que citar o Carlos? Torturou a mim. Sabe o que eu sinto? Eu sinto que não sou eu quem tem de justificar nenhuma barbaridade para minha filha ou para meu neto. São eles que têm. Porque nós ganhamos. É assim que eu sinto: nós ganhamos”.

A presidenta, ao lado do ministros do Esporte Aldo Rebelo, das Comunicações Paulo Bernardo e de Comunicação Social Thomas Traumann, recebeu os jornalistas Renata Fan, PVC, Paulo Calçade, Milton Leite, Paulo Sant’Ana, Tino Marcos, Renato Mauricio Prado, Téo José e Mauro Beting, além deste blogueiro, para jantar e falar sobre a Copa do Mundo.

Mais ouviu do que falou quando o assunto foi futebol, mas disse coisas importantes:

1. disse que “a hora é essa”, ao se referir à necessidade de a Copa deixar como legado ao futebol um novo modelo de gestão;

2. revelou simpatia pela ideia de uma liga de clubes, ao perceber que a ruptura precisa ser feita com a CBF;

3. demonstrou querer se encontrar com as lideranças do Bom Senso FC ainda antes da Copa, provavelmente na terça-feira dia 27 deste mês;

4. bateu na madeira duas vezes ao dizer que na “hora em que a onça for beber água este pais vai endoidar com a Copa e o Brasil vai vencê-la”, e ao dizer que “não vamos perder para Argentina na final”.

Ao se referir a Felipão, reiterou que gosta dele e que não irá vê-lo:”Vou deixá-lo tranquilo no más e não interessa se ele falou bem do Pinochet, interessa que ele tem caráter”.

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